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Cá estou eu de volta a blogagem !!
Site da semana no Gospel Guide http://www.gospelguide.com.br/
União da Mocidade da Igreja de Cristo
Url: htpp://www.umic.com.br
Vale a pena visitar a seção de downloads e a parte de música com boas cifras. Tem uma entrevista do
Kim do Catedral, mas não gostei muito ... Não tem a data da entrevista para começar, e o texto merecia
uma edição. Mas esta valendo !! Eu é que sou chato mesmo ! :-(
Eu li esse artigo http://christianitytoday.com/ct/2002/149/57.0.html
no Christianity Today a respeito de aborto cujo título é
Argumentos em favor do aborto são fortes ... Se você aceitar uma única e importante suposição.
O autor e Lewis B. Smedes e o original foi postado em 15 de julho de 1983.
Gostei muito do texto e a conclusão que ele chega.
O autor expõe os argumentos mais fortes a favor do aborto e mostra que cada um deles é baseado em
principios gerais que de uma forma ou de outra nós aceitamos.
Então vejamos :
1. Uma sociedade pluralista não deve evitar que individuos façam o que seus princípios religiosos permitem.
Nós vivemos em uma sociedade pluralista e como membros dessa sociedade devemos aceitar que as pessoas
sejam guiadas pelos princípios religiosos em que acreditam. Existem pessoas que acreditam de todo coração
que o aborto é moralmente admissível e que Deus deu a cada mulher a responsabilidade de controlar sua própria gravidez. Então, em nome do pluralismo as pessoas que não aceitam o aborto não devem impor
suas opiniões e crenças aos outros.
2. Uma sociedade livre não deveria invadir a privacidade do corpo de uma mulher.
O direito a privacidade é precioso. Sem ele todos seríamos vítimas de potenciais investigações
desrespeitosas e infundadas. Nada pode ser considerado mais particular do que o corpo da mulher, não podemos permitir que nenhuma lei tenha poder sobre o útero de alguém.
3. Uma sociedade justa não pode criar leis que gerem injustiça.
Leis contra o aborto são sempre injustas com os pobres. Mulheres ricas podem achar um clínica "limpa"
que faça, por um bom dinheiro, um aborto ilegal. Mulheres sem recursos financeiros ficariam a mercê de
de "doutores" amadores e clínicas de fundo de quintal.
4. Uma sociedade piedosa não deveria fazer leis que forcem crianças e famílias a viver uma vida de desvantagens e sofrimento.
Uma proibição absoluta do aborto obriga crianças a viverem com mães que não as querem ou ainda obrigam
famílias a sofrer durante toda vida as dificuldades causadas por deficiências físicas e mentais.
Não é justiça, mas sim brutalidade, obrigar mulheres a continuar com um gravidez que irá gerar crianças
que viverão uma vida miserável.
5. Um sociedade sábia não irá aprovar leis que ela não poderá ou talvez não queira fazer cumprir.
Poucas pessoas irão concordar em processar por assassinato um médico que fizesse o aborto de um feto que possuísse uma doença terrivel ou que uma adolescente fosse presa por abortar um feto que ela conhecidamente não teria condições de cuidar. Nada pode ser mais prejudicial para o respeito próprio de
uma sociedade do que o fato de fazer leis que não se tem interesse em fazer cumprir.
Uma suposição importante.
Todos são bons argumentos, não são ? Desde que você assuma que um feto definitivamente não é um ser humano e portanto não tem o direito de proteção a vida. Entretanto, se você acredita que um feto é um ser humano ou pelo menos merece o status legal de ser humano, nenhum desses argumentos é convincente.
Uma sociedade pluralista não aceita que uma pessoa siga suas crenças se essas crenças ameaçam a vida de
outros seres humanos. Uma sociedade, mesmo que livre, irá invadir a privacidade de alguém que está prestes
a matar um inocente. Uma sociedade justa passa leis que talvez gerem injustiças na tentativa de evitar uma
injustiça ainda maior, a execução de seres humanos inocentes. Uma sociedade piedosa cria leis que impõem um peso para crianças com deficiências, se o fato de não fazê-las permite e mesmo incentiva a matança de crianças ainda nem nasceram. Uma sociedade sábia poderá até fazer leis que não deseja impor se o fato de não fazê-las torna a matança de seres humanos legal.
Resumindo, todos argumentos baseados no que uma boa sociedade irá ou não irá fazer falham quando comparados ao direito do feto de viver.
Esses argumentos todos giram em torno de uma questão essencial, O que é um feto e quais são os seus direitos ? Todos argumentos assumem que, na melhor das hipóteses, a vida de um feto é de secundária importância se comparada a qualquer outra coisa. Mas é exatamente aqui que a decisão final está.
A vida de um feto é menos importante do que qualquer outra coisa ?
E com essa questão que a consciência de nossa sociedade terá de conviver.
blogado por 4 cantos 12:36 AM